
O Inventário sobre a Realidade Regional para o Turismo de Eventos em Florianópolis será apresentado no dia 14 de junho, às 19h, na Associação Catarinense de Medicina durante o Seminário de Capacitação e Profissionalização do Turismo. Este segmento turístico perde apenas para o turismo de lazer e movimenta mais de R$ 200 milhões por ano no Estado, segundo a ABEOC-SC. O Brasil ocupa o sétimo lugar no ranking mundial entre os países que mais sediaram eventos no mundo em 2011 segundo a Associação Internacional de Congressos e Convenções (ICCA).
Além de Florianópolis, o estudo foi realizado nas cidades de Joinville, Blumenau e Chapecó. “Esta pesquisa é uma iniciativa pioneira no Brasil, nosso objetivo é que ela sirva como fonte de pesquisa para que as empresas organizadoras de eventos conheçam o potencial das nossas cidades e possam escolher uma delas para sediar seus eventos com toda a segurança no que se refere à infraestrutura”, explica o Presidente da ABEOC-SC, Marco Aurélio Floriani.

*Inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site www. abeocsc.org.br.
Vagas limitadas.
SOBRE O TURISMO DE EVENTOS

Os estrangeiros que vieram ao Brasil a negócios, em 2010, deixaram no país cerca de US$ 120,00 por dia. Foi o maior gasto médio per capita registrado desde 2004, início da série histórica, segundo revela o Estudo da Demanda do Turismo Internacional no Brasil divulgado pelo Ministério do Turismo. As viagens motivadas pelo lazer correspondem a 46,1% do total. Já os estrangeiros interessados em negócios, eventos e convenções foram 23,3%.
O turista de eventos gasta em média três vezes mais que o de temporada. A permanência fica entre três ou quatro dias, mas é o suficiente para injetar na economia da capital dos catarinenses mais de R$ 100 milhões anualmente.
Em eventos internacionais realizados no Brasil, o gasto médio diário do turista é de R$ 583,00. Deste total, 45% são destinados a hospedagem.
De acordo com a Organização Mundial do Turismo (OMT), um evento internacional pode demandar serviços de mais de 50 segmentos da economia, como transporte, hospedagem, lazer, alimentação, comércio e demais serviços especializados que um evento pode demandar ou oferecer.
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